Por estes dias visitei a Fazenda Angélica, em Americana, interior de São Paulo, e fui recebido por Daniel Steinbruch e pelo Senhor Odílio Marin, respectivamente dono e gerente da propriedade, bem como pelo leiloeiro Eduardo Matuck, também velho de guerra na pecuária.

A prosa correu solta e apesar da pouca idade – Daniel tem apenas 24 anos – mostra uma perspicácia e um tino empresarial vistos em poucos criadores. Na verdade, eu o conheci em meados de 2009, quando ele era recém-chegado na raça Brahman, mas do plantel restou um banco de sêmen e algumas vacas que utiliza no cruzamento com Angus no Mato Grosso.

Ele ainda toca o gado holandês da família, cuja seleção já completou 40 anos, também um dos primeiros importadores de Dorper da África do Sul, sem falar ainda da criação de Suffolk. A nova aposta do jovem pecuarista é a raça nipônica Wagyu. E a este ponto eu queria chegar.

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