O grande revés da economia brasileira inviabilizou a saída de um grande volume de palhetas das centrais de genética. E o pecuarista que tinha reservas de sêmen optou por utilizá-las, ficando fora da estatística oficial.

Quem constatou a tendência de queda na comercialização de sêmen em 2016 foi Sérgio Saud, presidente eleito na Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em uma produtiva entrevista, na qual ele também confessou uma meta ambiciosa, conforme veremos a seguir.

Os números oficiais devem ser apresentados somente em março, quando ocorre a já tradicional coletiva de imprensa da Asbia, entretanto, o presidente já adiantou que na primeira metade de 2016 haviam sido comercializadas 4,3 milhões de doses de sêmen.

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