Inseminação Artificial pode crescer 40%

Inseminação Artificial pode crescer 40%

O grande revés da economia brasileira inviabilizou a saída de um grande volume de palhetas das centrais de genética. E o pecuarista que tinha reservas de sêmen optou por utilizá-las, ficando fora da estatística oficial.

Quem constatou a tendência de queda na comercialização de sêmen em 2016 foi Sérgio Saud, presidente eleito na Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em uma produtiva entrevista, na qual ele também confessou uma meta ambiciosa, conforme veremos a seguir.

Os números oficiais devem ser apresentados somente em março, quando ocorre a já tradicional coletiva de imprensa da Asbia, entretanto, o presidente já adiantou que na primeira metade de 2016 haviam sido comercializadas 4,3 milhões de doses de sêmen.

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Heterose não faz milagre

Heterose não faz milagre

Sinto falta… Hoje, mesmo após a retomada do cruzamento industrial, é difícil vermos a heterose figurar entre os principais temas abordados nos dias de campo.  Particularmente, acredito ser uma discussão  contextualizada com o momento que vivemos.

É bem verdade que caiu no conhecimento comum, mas será que ela vem sendo explorada de forma correta pelos pecuaristas? No passado, a discussão girava em torno da crença de que apenas misturando raças ou linhagens a mágica ocorreria nos números da propriedade.

Em parte, estava correto. A heterose ou vigor híbrido, que ainda pode ser definida como choque de sangue entre as diferentes raças utilizadas em um cruzamento, sozinha, já é capaz de proporcionar um salto quantitativo nos índices produtivos do rebanho.

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Do tatu com cobra ao boi de qualidade

Do tatu com cobra ao boi de qualidade

Quem diria que hoje uma bezerra meio-sangue Nelore x Angus superaria R$ 2.000,00. Impressiona ainda mais ela ser utilizada como matriz.

Na década de 90, muito pecuarista não tinha destino a um bicho “desse”, quando a mestiçagem de raças enfrentava o primeiro demérito.

A primeira tentativa, frustrada, esbarrou no desconhecimento técnico dos pecuaristas e, em outros casos, fora negligência mesmo.

Como o cerne da pecuária brasileira é a produção a pasto, instintivamente qualquer reprodutor, mesmo sendo taurino, era desafiado lá naquele sol ardido de 42ºC à sombra.

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